PF descobre que policiais investigados em escândalo da Refit usavam telefones em nome de mortos

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No encalço de Castro

Nesta sexta, agentes fizeram buscas na residência de Castro em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, na cidade do Rio, e cumpriram sete medidas de afastamento de função pública nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, e no Distrito Federal. Também foi determinado o bloqueio de R$ 52 bilhões em ativos financeiros do grupo, além da suspensão de atividades econômicas.

No governo Castro, a Refit teve um incentivo fiscal para ampliar seu mercado no setor de óleo diesel em 2023. .O ex-governador é acusado pela PF de atuar de forma decisiva para proteger e favorecer os interesses da refinaria. Um celular e um tablet de Castro foram apreendidos.

A defesa de Castro afirma que foi “surpreendida com a operação de hoje” e ainda não tomou conhecimento do objeto do pedido de busca e apreensão. Segundo o portal Metrópoles, o ex-governador recebeu o ministro Moraes às vésperas da operação, na quarta-feira (13). No mesmo dia, teria se encontrado também com o ministro Flávio Dino. Segundo a mídia, o assunto dos encontros foi o julgamento no STF sobre a lei que redistribui os royalties do petróleo entre estados e municípios.

Em 2025, a empresa de Ricardo Magro, dono da refinaria, foi um dos alvos da operação Carbono Oculto, que apura o fornecimento de combustíveis a distribuidoras ligadas à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

Moraes ainda determinou a inclusão de Magro na lista da Interpol, que faria o empresário ser procurado em 196 países — atualmente ele mora nos Estados Unidos. A solicitação da PF ainda passará por uma análise, e, se for incluído, Magro poderá ser preso em qualquer país que faça parte da rede internacional de polícias.



Fonte: HOJE BAHIA

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