Lula vê risco global de conflitos, pede reforma internacional e diz estar motivado para 2026.

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Ele criticou o rearmamento global e afirmou que muitos países estão sendo pressionados a aumentar gastos militares, enquanto ele preferiria investir “em livros, comida e empregos”.

Lula relatou ter telefonado a diversos líderes — incluindo o chinês Xi Jinping, o indiano Narendra Modi, o russo Vladimir Putin e o francês Emmanuel Macron — pedindo uma reunião para discutir a escalada armamentista, afirmando que nenhum chefe de Estado tem o direito de ameaçar outros países.

Questionado sobre riscos de intervenção na América Latina, o presidente afirmou sentir segurança e citou que o país vive um momento inédito de responsabilização institucional. Disse que sua “guerra” é a do argumento racional e elogiou o acordo entre União Europeia (UE) e Mercosul, que, segundo ele, demonstra a força do multilateralismo.

Ele afirmou ainda que não cabe ao Brasil decidir sobre eleições na Venezuela, mas disse que, se estivesse no lugar da liderança venezuelana, convocaria um processo eleitoral acordado com a oposição. Criticou a postura dos Estados Unidos no país vizinho, dizendo que “não é normal pensar que podem governar a Venezuela”.

Lula concluiu a entrevista refletindo sobre a democracia, e afirmou que ela “deve uma explicação ao povo”, pois não se resume ao ato de votar e afirmou ainda não ter acompanhado a missão norte-americana à Lua já que prefere “manter os pés no chão; tenho muitos problemas aqui”.



Fonte: HOJE BAHIA

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