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Crise no STF gera racha na OAB; unidades estaduais divergem sobre o afastamento de Moraes e Gonet

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Por outro lado, outras unidades estaduais da organização adotam uma postura mais incisiva e defendem, em notas divulgadas, a imposição de medidas cautelares contra Moraes e Gonet.

A unidade do Paraná, a OAB-PR, defendeu o afastamento de Moraes e Gonet para a preservação da autoridade do Poder Judiciário e do Ministério Público, que, segundo a entidade, pode ficar comprometida “pela desaconselhável permanência das autoridades envolvidas, que compromete as investigações e coloca em risco a credibilidade do sistema de justiça”.

O mesmo tom foi adotado pelas unidades de Santa Catarina, Ceará e Rondônia. A OAB-SC disse que vai cobrar as mesmas medidas aplicadas quando uma autoridade é investigada, incluindo afastamento. A OAB-RO defendeu expressamente o afastamento de Moraes enquanto durarem as investigações, assim como a OAB-CE, que afirmou que a medida serviria para recuperar a “serenidade necessária ao STF”.

A OAB-RS afirmou que o imbróglio é “a mais grave crise institucional desde a redemocratização” e defendeu o afastamento e a abertura de uma investigação contra Moraes e Gonet.

Já a OAB-ES afirmou considerar as informações envolvendo Moraes, Gonet e Vorcaro “extremamente graves”, mas não mencionou a possibilidade de afastamento.

Até o momento, não houve posicionamento próprio das unidades da OAB do Acre, Alagoas, Amapá, Distrito Federal, Maranhão, Piauí, Roraima, Sergipe, São Paulo e Tocantins.

Fonte: HOJE BAHIA

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