A atriz Carolina Dieckmmann, 47, se emocionou ao recordar os momentos finais com Preta Gil (1974-2025), que morreu em Nova York, nos Estados Unidos, enquanto fazia um tratamento experimental contra um câncer colorretal.
Segundo a artista, ela foi uma das que mais demorou a entender a gravidade da doença. Por isso, embarcou para o país acreditando que conseguiria trazê-la de volta ao Brasil.
Carolina começou contando que o marido, Tiago Worcman, 50, foi quem inicialmente percebeu a delicadeza do quadro. “Ele falou: ‘Eu acho que a Preta não vai chegar no dia do aniversário dela’. Eu disse: ‘Como assim? Eu falei com ela no FaceTime. Vai dar, a gente vai passar o aniversário com ela”, começou contando durante sua participação no Saia Justa, do GNT.
Com uma folga nas gravações do remake de “Vale Tudo”, a atriz não pensou duas vezes em comprar uma passagem para os Estados Unidos. Durante as horas de voo, no entanto, a situação piorou – e muito. Ao desembarcar, ela recebeu a ligação de Flora Gil, 66, explicando que a cantora havia deixado o protocolo de tratamento.
Ao chegar na casa onde Preta estava hospedada, Carolina disse ter encontrado a amiga desacordada dentro do carro. “Ela estava totalmente inconsciente. Acho que colocaram muita medicação para ela não sentir dor. Ela estava morta-viva”, afirmou, afirmando que o olhar da filha de Gilberto Gil, 84, parecia perdido até cruzar com o seu.
“Eu fui para lá buscar para ela vir para o Brasil viva. não é possível. Ela vai chegar, vai”, lembrou, adicionando que ligou para Flora pedindo que antecipasse o avião que transportaria Preta ao Brasil.
Por fim, ela revelou também que Bento, sobrinho de Preta, tentava prepará-la para o desfecho. “Ele olhava para mim e falava: ‘Carol, ela não vai chegar viva. E eu respondia: ‘Vai’. Eu avisava para todo mundo que a situação estava muito feia, mas, dentro de mim, eu acreditava que conseguiríamos levá-la par ao Brasil”.
Fonte: CNN Brasil