Em entrevista, Lula diz apostar em aproximação com Trump para reforçar imagem pragmática

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No plano internacional, Lula tenta se posicionar como mediador em crises globais. Suas tentativas de intervir diplomaticamente na Venezuela, na Ucrânia e em Cuba, porém, encontraram resistência de Washington e dos atores envolvidos, limitando o alcance de sua estratégia.

Ainda assim, ele insiste em posicionar o Brasil como um ator global de diálogo. “Você só pode mediar quando as pessoas no poder querem mediação”, afirmou.

Sobre Cuba, Lula defende uma abordagem diferente. Ele pediu ao líder estadunidense, Donald Trump, o fim do embargo e afirmou que a ilha “precisa de uma chance”. Segundo ele, se houver uma mesa de negociação sem imposições, Cuba participará.

Segundo a apuração, o presidente brasileiro argumenta que democracias precisam entregar resultados concretos para conter movimentos antissistema e critica o intervencionismo norte-americano na América Latina, rejeitando pedidos de aliados de Bolsonaro para que os EUA classifiquem organizações criminosas brasileiras como terroristas.

O presidente também busca reposicionar o Brasil diante da disputa geopolítica entre EUA e China, afirmando que Washington precisa tratar a região como parceira se quiser recuperar espaço, já que o comércio brasileiro com a China já supera em dobro o comércio com os EUA.



Fonte: HOJE BAHIA

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