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diretor revela como tradicional feriado inspirou o filme

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Um feriado popular nas Ilhas Cayman deu origem a O Refúgio, novo filme de ação do Prime Video. Dirigido por Frank E. Flowers, o longa aposta em uma visão diferente de como agiam os piratas no século XIX, com uma trama violenta e tensa sobre vingança.

A produção acompanha Ercell (Priyanka Chopra Jonas), uma ex-pirata que tenta viver em paz com a família. O passado volta a ameaçá-la quando o capitão Connor (Karl Urban) chega à ilha disposto a confrontá-la. O filme estreia nesta quarta-feira (25/2). 

Em entrevista ao Metrópoles, o diretor Frank E. Flowers revelou que a história foi inspirada em uma tradição da qual fez parte durante a infância: a Semana do Pirata.

“Onde cresci, nós não celebrávamos o Halloween. Celebrávamos a Semana do Pirata. Todo mês de novembro, o país inteiro participava de uma encenação de invasão, com barcos, pirotecnia e lutas de espada”, contou ele.

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Ercell (Priyanka Chopra Jonas) e Captain Connor (Karl Urban) em O Refúgio

Divulgação/Amazon MGM Studios

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O intendente Lee (Temuera Morrison, à esquerda) e o capitão Connor (Karl Urban, à direita) em O Refúgio

Divulgação/Amazon MGM Studios

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Karl Urban interpreta o Capitão Connor em O Refúgio

Divulgação/Amazon MGM Studios

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Priyanka Chopra Jonas interpreta Ercell em O Refúgio

Divulgação/Amazon MGM Studios

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Priyanka Chopra Jonas interpreta Ercell em O Refúgio

Divulgação/Amazon MGM Studios

Segundo o cineasta, a tradição tinha um quê de magia quando ele era criança, já que ele não sabia o que era real ou encenação. “Existe medo e intensidade, mas você está com seus pais, então parece seguro”, relembrou.

De acordo com Flowers, essa memória visceral sempre o acompanhou, e a ideia do filme esteve presente por anos. Foi então que o parceiro de roteiro, Joe Ballarini, sugeriu que eles desenvolvessem a história como se fosse um Sob o Domínio do Medo (2011), mas com piratas.

“Sob o Domínio do Medo é um dos meus filmes favoritos, junto a Cidade de Deus, do Brasil. Então conversamos sobre fazer um filme de invasão domiciliar. Essa ideia de levar um personagem ao limite para defender o que ama, para proteger seu lar com extrema violência”, destacou.

Além disso, Flowers comentou como foi especial abordar o universo dos piratas sob a perspectiva do Caribe. “Também era algo inédito para nós”, frisou.

O diretor revelou ainda que buscou referências diretas no cinema brasileiro para definir o tom do longa. Além de Cidade de Deus, ele citou Tropa de Elite como uma das produções que admira e que serviram de inspiração ao pensar na trama de O Refúgio. “Desde a primeira reunião, eu disse que queria trazer uma intencionalidade autêntica, crua e visceral à forma como mostramos os piratas”, afirmou.

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