Mais cedo, durante o I Fórum Internacional de Segurança em Moscou, Celso Amorim, assessor-chefe da Assessoria Especial da Presidência, enfatizou que o país tem que combater o crime organizado com energia e determinação e rechaçou a ideia de classificar facções como terroristas.
“O crime organizado deve ser combatido com máxima energia e determinação. Mas equipará-lo ao terrorismo não ajuda. Ambos devem ser combatidos, mas compreender as motivações é essencial para a eficácia do combate a todos os tipos de crimes”, disse.
Ignacio Cano, professor do Departamento de Sociologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e coordenador do Laboratório de Análise da Violência (LAV), afirmou sobre o tema que a criminalidade no Brasil visa ao lucro, e não derrubar governos. Portanto, a classificação de facções como terroristas não faz sentido.
Fonte: HOJE BAHIA