O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assina, nesta quinta-feira (22/1), durante o Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, a carta do chamado “Conselho da Paz”, iniciativa criada para atuar em conflitos em Gaza.
Em evento Trump afirma que “quando a América vai bem, o mundo inteiro vai bem. Nós asseguramos compromissos no nosso país. O nosso déficit comercial foi cortado em 77% em um ano”.
Ainda nessa quarta-feira (21/1), a Casa Branca afirmou que 25 países aceitaram o convite para fazer parte, como Israel, Argentina, Arábia Saudita, Emirados Árabes, Bahrein, Jordânia, Catar, Egito, Turquia, Hungria, Marrocos, Paquistão, Indonésia, Kosovo, Uzbequistão, Cazaquistão, Paraguai, Vietnã, Armênia, Azerbaijão e Belarus.
Conselho da Paz em Gaza
- O Conselho da Paz prevê criar um órgão internacional responsável por coordenar financiamento, segurança e articulação política em Gaza durante um período de transição após o cessar-fogo entre Israel e o Hamas.
- O conselho atuaria em conjunto com uma administração tecnocrata palestina e foi apresentado por Trump após os Estados Unidos mediarem a trégua no conflito no ano passado.
- Trump convidou dezenas de países a participar da iniciativa.
- Segundo os termos divulgados por Washington, os países podem participar gratuitamente por três anos, mas uma contribuição de US$ 1 bilhão seria exigida para obter uma vaga permanente — valor equivalente ao montante oferecido por Putin.
O documento formaliza e estabelece que países interessados em integrar o conselho com adesão permanente deverão contribuir com US$ 1 bilhão. Segundo a proposta, o Conselho da Paz terá como foco inicial a mediação de conflitos no Oriente Médio, especialmente na Faixa de Gaza, com possibilidade de ampliação para outras regiões.