EUA querem pressionar agronegócio brasileiro porque perdem concorrência nesse setor

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Além disso, a reportagem destaca que a decisão ocorreu após a Suprema Corte dos EUA considerar ilegal o instrumento anterior utilizado para tarifar mais de 100 países.

Nesse contexto, a publicação observa que esta é a segunda investigação desse tipo contra o Brasil neste segundo mandato de Trump.

Na primeira, logo após o anúncio de tarifas de 50% em julho, entraram em foco temas como desmatamento, violação de direitos autorais e competição no pagamento digital, como o Pix. Essa apuração segue inconclusa, sem a aplicação de tarifas.

Desta vez, o agronegócio brasileiro pode ser o principal alvo, com acusações de uso de mão de obra forçada ou análoga à escravidão por setores agrícolas norte-americanos. O agro brasileiro nega as acusações dos EUA.

Portanto, o artigo conclui que os EUA querem pressionar o agronegócio brasileiro porque os produtores norte-americanos não conseguem resistir à concorrência.

Na quinta-feira (12), o jornal Diário da Região escreveu que, após os Estados Unidos imporem tarifas elevadas ao Brasil, as exportações brasileiras para o país norte-americano caíram, enquanto as relações comerciais com a China se intensificaram no mesmo período.

Segundo a publicação, essa nova realidade é comprovada por dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e esse avanço foi impulsionado principalmente pelo aumento de 35,3% no volume de embarques.



Fonte: HOJE BAHIA

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