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A pedido da Rússia, enviado de Trump se reúne com Putin em Moscou

Mundo


O enviado especial do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Steve Witkoff, se reunirá com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, nesta quinta-feira (22/1). O encontro foi confirmado pelo Kremlin na manhã desta quarta-feira (21/1) e tem como foco principal as negociações para encerrar a guerra na Ucrânia.

“Precisamos ir nos encontrar com ele na quinta-feira”, disse Witkoff, acrescentando que a solicitação para a reunião partiu do próprio governo russo. “Acho que isso é uma declaração significativa da parte deles”, afirmou.

Jared Kushner, genro de Trump, também participará do encontro.

Segundo o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, a reunião “está na agenda do presidente” e deverá ocorrer conforme o previsto. O encontro, que será o sétimo entre Witkoff e Putin desde o retorno de Trump à Casa Branca.

Enviado especial dos EUA, Steve Witkoff
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Enviado especial dos EUA, Steve Witkoff

Andrew Harnik/Getty Images

Vladimir Putin e Steve Witkoff
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Vladimir Putin e Steve Witkoff

Kremlin Press Office

Vladimir Putin e o enviado especial dos EUA discutiram o acordo de paz no início de dezembro
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Vladimir Putin e o enviado especial dos EUA discutiram o acordo de paz no início de dezembro

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Vladimir Putin e Steve Witkoff
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Vladimir Putin e Steve Witkoff

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Otimismo norte-americano

Witkoff afirmou que a pauta incluirá discussões sobre “a paz, a Ucrânia e a Rússia” e disse estar otimista com os avanços recentes.

“Tenho esperança. Precisamos de paz”, declarou ele a repórteres, um dia após se reunir com o enviado econômico de Putin, Kirill Dmitriev, à margem do Fórum Econômico Mundial, em Davos.

O encontro, realizado a portas fechadas, durou mais de duas horas e foi descrito pelo americano como “muito positivo”.

Encontro com autoridades ucranianas

Além da reunião em Moscou, o enviado de Trump confirmou que representantes dos Estados Unidos devem se encontrar com autoridades ucranianas ainda nesta semana.

O principal negociador de Kiev, Rustem Umerov, afirmou anteriormente que as conversas com os norte-americanos continuariam em Davos, no esforço para avançar em uma solução para a guerra, que já se estende por quase quatro anos.

Witkoff afirmou recentemente que as partes estariam próximas de alcançar os “10% finais” de um acordo de paz.

A Ucrânia, por sua vez, já indicou concordar com cerca de “90%” da proposta em discussão, mas segue exigindo garantias de segurança pós-guerra e mantém ressalvas sobre a questão territorial — considerada o principal impasse nas negociações.



Fonte Metrópoles

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