Brasil será um dos principais polos de processamento de dados do mundo

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A demanda global por capacidade de data centers deve mais que duplicar até o fim da década, impulsionada pela expansão da computação em nuvem e pelo crescimento acelerado da inteligência artificial (IA).

Segundo o material, o investimento necessário para acompanhar esse avanço é trilionário e tem levado as empresas a buscarem novas regiões para a instalação de infraestrutura digital.

Nesse contexto, o Brasil se destaca como o principal polo regional, concentrando mais da metade do mercado latino-americano.

O país conta com quase 200 data centers, principalmente na região Sudeste, em São Paulo.

O setor deve crescer de forma sólida nos próximos anos, acompanhando o aumento da demanda por processamento de dados e serviços em nuvem.

Ao mesmo tempo, é enfatizado que o ambiente regulatório brasileiro tem avançado significativamente, com a inclusão de incentivos fiscais e a redução de tributos sobre equipamentos tecnológicos.

Essas medidas melhoram a rentabilidade dos projetos e tornam o país mais competitivo para atrair novos investimentos.

Portanto, segundo o portal, tais iniciativas podem gerar aportes privados da ordem de trilhões de reais ao longo da próxima década.

Anteriormente, o portal de notícias Poder 360 informou que, durante os próximos cinco anos, o mercado de data centers do Brasil, que é o maior na América Latina, movimentará cerca de US$ 3 trilhões (R$ 16,13 trilhões).

Citando os dados do relatório da agência de classificação de risco Moody’s, a mídia informou que o setor de data centers brasileiro, que reúne 200 empresas, renderá cerca de R$ 16,13 trilhões durante os próximos cinco anos.

Segundo a publicação, o crescimento do setor é explicado pelo aumento do uso de tecnologias como a inteligência artificial, a computação em nuvem e os serviços digitais.

Os autores da publicação sublinharam que atualmente o Brasil ocupa a 12ª posição no ranking mundial de data centers e lidera o mercado na América Latina, concentrando cerca de 50% da infraestrutura instalada na região.



Fonte: HOJE BAHIA

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